segunda-feira, 24 de maio de 2010

Atividade 2



Olá, Polinizadores!

Já estamos com saudades! Nosso encontro no dia 20 de maio de 2010 foi ótimo. Agora temos o desafio de realizarmos a atividade 2. Você deverá responder as perguntas e enviar as respostas ao seu tutor até o dia o dia 05 de junho de 2010, ok? Leia com atenção a reportagem: Vazamento de Petróleo nos EUA deixa Rio em alerta. Após a leitura, escreva sua opinião sobre a iniciativa do Estado do Rio de Janeiro. Você considera importante esta iniciativa? Por quê? A seguir observe atentamente a charge do Alpino (acima). Pesquise outras informações sobre o vazamento de Petróleo nos EUA e escreva o que você entendeu da charge.

Atenção
Nossa próxima oficina aconterá no dia 19 de junho de 2010, às 08h30min, no auditório da Secretaria Municipal de Educação. Estamos preparando algumas surpresas para vocês!!!

Convite
Vamos POLINIZAR na Semana do Meio Ambiente! Sua missão é levar dois amigos até a Praça São Pedro (Concha Acústica), no dia 01 de junho de 2010, às 08h30min, para participar do Eco Evento, que terá atrações culturais e esportivas. Haverá um plantio simbólico de árvores nativas. Cada polinizador deverá estar com uma camiseta branca.

Atenciosamente,

Claudia Corrêa
Gestora do Projeto Pólen
Polo Rio das Ostras

Atividade 2

Vazamento de petróleo nos EUA deixa Rio em alerta


A proporção a que chegou o vazamento no Golfo do México provocou o governo do Rio de Janeiro e o Ministério do Meio Ambiente a formarem um grupo de trabalho para prevenção e mapeamento de riscos em plataformas de petróleo no Brasil. O grupo vai procurar saber da companhia de petróleo qual é o plano de ação no caso de um acidente como o dos Estados Unidos.A proporção a que chegou o vazamento no Golfo do México provocou o governo do Rio de Janeiro e o Ministério do Meio Ambiente a formarem um grupo de trabalho para prevenção e mapeamento de riscos em plataformas de petróleo no Brasil. O grupo vai procurar saber da companhia de petróleo qual é o plano de ação no caso de um acidente como o dos Estados Unidos. A comissão é formada por integrantes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, da Petrobras e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)."A missão do grupo será apresentar ao Estado do Rio de Janeiro uma análise do que aconteceu lá (no Golfo do México), saber em que circunstâncias nós operamos aqui e como está o nosso plano de contingência comparativamente ao que foi adotado nos Estados Unidos em termos de medidas e metas para evitar danos", afirmou a secretária de estado de Meio Ambiente, Marilene Ramos. A coleta de informações será dividida em três partes: como evitar o acidente, o que fazer para conter a mancha, caso ocorra o vazamento, e posteriormente, como minimizar os danos à costa. "Os Estados Unidos, com o poderio econômico e tecnológico que têm, vão lançar mão do que há de melhor para essas três etapas. Precisamos conhecer essas tecnologias para que possamos melhorar e fazer um upgrade nos planos de contingência", explicou a secretária.Um dos temores do governo do Estado é que, no caso de um vazamento, o óleo chegue à costa atingindo ecossistemas e a indústria do turismo. "Além de todo o impacto ambiental de atingir ecossistemas importantíssimos que temos na costa, como manguezais e restingas, temos a indústria turística na costa, que é importantíssima, e poderia estar ameaçada numa situação como esta. Precisamos investir mais em planos de contingência."A primeira reunião do grupo será na sexta-feira. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, também participará. Num primeiro momento, segundo a secretária, somente o Estado do Rio participará das reuniões. "O Rio concentra 80% da exploração, mas dependendo dos resultados, convidaremos outros Estados importantes em petróleo, como Espírito Santo e São Paulo".MonitoramentoEm 2000 e 2001, acidentes no Rio e no Paraná atingiram áreas de preservação ambiental e provocaram críticas sobre o tempo de reação da Petrobras para conter o óleo. Após os acidentes, a Petrobras alterou sua política de meio ambiente e segurança, criando novos centros de controle de vazamento em oito Estados. O investimento, de R$ 164 milhões, teve como objetivo ampliar o número de equipamentos e reduzir o tempo de resposta na contenção de vazamentos.
Fonte: Portal IG – 04 de maio de 2010.









segunda-feira, 10 de maio de 2010


Atividade 1

Olá, Polinizadores!


Vocês deverão ler a matéria abaixo (Emergência Ambiental nos EUA) e escrever um pequeno comentário sobre a reportagem. Quais são os maiores danos ambientais que vocês perceberam? Será que algo assim pode acontecer aqui no Brasil? Após responder envie sua resposta ao seu tutor, ok. Prazo para realização desta atividade até 22 de maio de 2010.
Atenção:
Nosso próximo Encontro Presencial acontecerá no dia 22 de maio de 2010, das 09 às 13 horas, no auditório da Secretaria Municipal de Educação. Contamos com todos vocês!


Um abraço,


Claudia Corrêa

Gestora do projeto Pólen

Polo Rio das Ostras


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Emergência ambiental nos EUA
Autor(es): Agencia O Globo
O Globo - 30/04/2010



Vazamento de óleo no Golfo do México aumenta e ameaça destruir ecossistemasLiteralmente da noite para o dia o que parecia um vazamento de óleo controlável se transformou num desastre ambiental potencialmente catastrófico nos Estados Unidos. Cientistas americanos informaram ontem que o volume de óleo lançado no Golfo do México pela destruição de uma plataforma de petróleo é cinco vezes maior que o estimado e chega a pelo menos cinco mil barris por dia. Estão em perigo não só ecossistemas marinhos e costeiros e espécies ameaçadas quanto a credibilidade do sistema de prevenção e controle de desastres ambientais nos EUA. A mancha de óleo chegou ontem à noite à costa da Louisiana, região que ainda se recupera dos danos do furacão Katrina, em 2005. Os estados Mississippi, Alabama e Flórida também estão em risco.Um golpe nos planos de ObamaAté a noite de quarta-feira a petroleira britânica BP, principal operadora da plataforma, garantia ao governo que o vazamento estava sob controle.Uma análise de especialistas do governo revelou, porém, um cenário catastrófico, deflagrando uma operação de emergência para evitar a destruição de algumas das reservas naturais mais importantes dos Estados Unidos.O presidente Barack Obama disse que a BP terá que arcar com os custos dos danos e da limpeza. Mesmo assim, garantiu que vai usar “todos os recursos disponíveis” para conter o vazamento.O acidente pode levar o governo a repensar os planos de aumentar a exploração de petróleo em alto-mar. Ambientalistas e políticos disseram que as autoridades federais e estaduais foram negligentes.O governo americano classificou como desastre nacional o vazamento.A medida foi anunciada pela secretária de Segurança Nacional, Janet Napolitano, após um novo ponto de vazamento ter sido identificado no local onde a plataforma Deepwater Horizon afundou, no último dia 20, a cerca de 80 km da costa de Louisiana, dois dias depois de uma explosão que causou a morte de 11 trabalhadores.A Louisiana decretou emergência.O estado abriga cerca de 40% dos pântanos e mangues americanos e é também o habitat de numerosas espécies de aves e peixes. Pelo menos dez áreas de proteção ambiental estão em alto risco.O vazamento da plataforma da BP pode se tornar um desastre ambiental maior do que o acidente com o petroleiro Exxon Valdez, que, em 1989, despejou 41 milhões de litros de petróleo em uma área de vida selvagem no Alasca, que ainda não se recuperou completamente do impacto.O motivo é que um navio transporta uma quantidade limitada de petróleo (11 mil barris), enquanto que a plataforma apresenta três vazamentos em dutos de um poço submarino e pode despejar uma quantidade maior de óleo nos próximos dias. O poço está a 1.525 metros de profundidade e pode levar meses até que submarinos-robôs possam concluir os reparos.Especialistas advertem também que o desastre não poderia ter vindo em pior momento para a fauna e flora local. A temporada de pesca na região foi aberta no último dia 19. Além disso, o norte do Golfo é área de desova nesta época do ano do atum azul, uma espécie ameaçada de extinção.A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica advertiu que os fortes ventos de sudeste previstos para os próximos dias poderão empurrar a maré negra para os pântanos da Louisiana. Segundo um comunicado do gabinete do governador, a mancha negra “ameaça os recursos naturais e a sobrevivência dos habitantes da Louisiana que vivem no litoral”. Numa tentativa de reduzir os danos, equipes iniciaram ontem uma queima controlada da gigantesca mancha de petróleo provocada pela explosão. A queima, porém, também tem um custo ambiental, já que criará nuvens tóxicas.